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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Ah, a nossa velha infância...


Por que será que quando crianças detestamos tanto tomar a tal sopa que é bom para crescer??? risos... Eu não suportava, mas hoje gosto muitissimo! Será que foi por isso que fiquei com esta estatura magnífica de 154cm? Heeeheheheheee. Hum... mas Tika não gosta de sopa até hoje e tem 180cm... Tem algo errado nessa conversa... Mas falando sério: Quem da nossa geração que nunca ouviu a mamãe proferir estas palavras para nos convencer a tomar a tal sopa? E a sopa de letrinhas para aprender a ler??? kkkkkkkk


terça-feira, 27 de setembro de 2011

PEQUENO DICIONÁRIO AMOROSO


Nesse fim-de-semana eu li “Pequeno Dicionário Amoroso”, e ri muito. Eu recomendo a todos. A leitura é bem rápida. Mas se mesmo assim tiver preguiça, pode assistir ao filme. Em meio a vários trechos interessantes, cômicos e apaixonantes, destaquei esse:
“ – Na escola, a minha melhor matéria era matemática. Se tem uma coisa que eu entendo, é de números. Por exemplo: neste planeta têm cinco bilhões de pessoas. Desses cinco bilhões, uns dois bilhões e quatrocentos milhões são homens. Daí, se eu tiver 24 namorados em toda a minha vida, uma média bem razoável, a chance de eu encontrar o homem mais perfeito do mundo pra mim é de uma em cem milhões. Mais difícil que ganhar na loteria. É por isso que eu não acredito no amor.” (Depoimento da Marta)
“ – Neste planeta têm cinco bilhões de pessoas. Desses cinco bilhões, uns dois bilhões e quatrocentos milhões são homens, e cada um é de um jeito diferente. Estatisticamente, é quase impossível que você não encontre ninguém interessante. E mesmo que não encontre, procurar já é muito divertido. É por isso que eu acredito no amor.” (Depoimento da Luísa)
Eu sei que entre essas procuras que pareciam intermináveis, dolorosas e passageiras, no meio de bilhões de pessoas encontrei VOCÊ! Que torna meus dias mais divertidos, minhas noites aconchegantes, que torna a minha vida a dádiva divina. Você é a minha alma gêmea. E é por isso que EU acredito no amor.

domingo, 17 de julho de 2011

AS DORES DA ALMA


A diferença fundamental entre amor e dependência é observada com clareza nas ações e comportamentos das criaturas. A dependência prende, possessivamente, uma pessoa a outra, enquanto o amor de fato incentiva a liberdade, a sinceridade e a naturalidade. O dependente é caracterizado por demonstrar necessidade constante e por reclamar sistematicamente a atenção do outro.

O indivíduo dependente padece dos recursos psíquicos de alguém para viver. Ele dirá "eu te amo", mas, em realidade quer dizer "eu preciso de você", ou mesmo "eu não vivo sem você".

O amor real baseia-se no sentimento compartilhado entre 2 pessoas maduras, ao passo que o amor dependente implora considerações e carinho, infantilmente.

Os legítimos sentimentos da alma nunca se sujeitam a ordenações e imposições, mas sim a uma completa espontaneidade de atitudes e emoções. Dependência gera dores na alma, já a liberdade para amar é um direito natural de todos os filhos de Deus.

- As dores da alma, p. 201.

Infelizmente, conheço alguns casais que atualmente vivem esse "amor" dependente. Eu vivi isso no passado e reconheço cada palavra desse texto como verdadeira de acordo com as minhas próprias experiências. Quando tudo acabou o q senti foi um grande alívio e no fim a gente termina percebendo que de fato não era amor... Torço para que todos os casais reflitam sobre essas questões e salvem seus relacionamentos porque certamente estão condenados ao fim caso haja esse vínculo de dependência emocional.

Saudações, Carina Gonçalves